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terça-feira, 17 de maio de 2016

O respeito coletivo e a falta de consciência urbana


Como todo mundo sabe, não gosto de ir ao trabalho de carro devido aos custos que vem com a prática (manutenção do veículo, gastos com combustível, preço absurdo dos estacionamentos, riscos de batidas e stress no trânsito). Sempre andei de metrô e com isso, nunca tive problemas de mobilidade urbana.

Porém, a alguns dias, o metrô entrou de greve.

Como sou uma pessoa que se adapta as adversidades, resolvi encarar o desafio de andar de ônibus...

Foi um DESASTRE.. Ônibus lotado, fedido, lento, barulhento e muito, muito desconfortável. Hoje o motorista achou que aquele caminhão disfarçado de ônibus era o famoso "coração de mãe", onde sempre cabe mais um... Fico pensando nas pessoas que tem que passar por isso todos os dias, nas pessoas que carregam compras e filhos nisso.

Mas o que me incomoda, é saber que nossos representantes no governo permitem que empresas permissionárias (que participaram da licitação que liberou as permissões) tratem seus passageiros desta forma.

O mais estranho é que este é um problema de fácil solução. Já existem ônibus melhores que podem ser aplicados as cidades. Ônibus melhores, maiores e muito mais eficientes.




Síndrome do coração partido (Informação médica)

 
 
 A Síndrome do coração partido, também conhecida de Cardiomiopatia de Takotsuba, é um problema raro que provoca sintomas semelhantes aos de infarto, como dor no peito, falta de ar ou cansaço, e que surge em períodos de grande estresse emocional, como durante uma separação ou após o falecimento de um familiar, por exemplo.
Geralmente, a Síndrome do coração partido surge em mulheres com idade perto dos 40 anos, mas pode surgir em qualquer idade, afetando também homens.
A Síndrome do coração partido, normalmente, é considerada uma doença psicológica, porém, estudos hemodinâmicos mostram que, durante a Síndrome, os ventrículos do coração não contraem corretamente, resultando numa imagem semelhante a um coração partido.

Tratamento para Síndrome do coração partido

O tratamento para a Síndrome do coração partido deve ser orientado por um Clínico Geral na emergência ou um Cardiologista. Há também a necessidade de uma consulta com um psicólogo, uma vez que é necessária ajuda psicológica para permitir que o paciente ultrapasse o trauma que está causando o acúmulo de estresse emocional.
Porém, nos casos mais graves, pode ser necessário internamento hospitalar para fazer o tratamento com remédios para o coraçãode forma a prevenir um infarto agudo do miocárdio.
Geralmente, o tratamento para a Síndrome do coração partido é rápido e o paciente pode sentir melhoras dos sintomas após 1 semana. No entanto, nos casos em que é necessário internamento, o tratamento pode durar mais de 2 meses.

Causas da Síndrome do coração partido

As principais causas da Síndrome do coração partido incluem:
  • Morte inesperada de um familiar ou amigo;
  • Ser diagnosticado com uma doença grave;
  • Perder uma grande quantidade de dinheiro;
  • Ser separado da pessoa amada, através de divórcio, por exemplo.
Estas situações provocam um aumento da produção de hormônios do estresse no organismo, que podem gerar contração de alguns vasos cardíacos, lesando o coração.
Além disso, também existem alguns remédios, como Epinefrina,Dobutamina, Duloxetina ou Venlafaxina, que podem produzir hormônios do estresse e provocar a Síndrome do coração partido.

Sintomas da Síndrome do coração partido

O paciente com Síndrome do coração partido pode apresentar alguns sintomas, como:
  • Aperto no peito;
  • Dificuldade para respirar;
  • Tonturas e vômitos;
  • Perda de apetite ou dor no estômago;
  • Raiva, tristeza profunda ou depressão;
  • Dificuldade para dormir
  • Cansaço excessivo;
  • Perda de autoestima, sentimentos negativos ou pensamento suicida;
Normalmente, estes sintomas surgem após uma situação de grande estresse e podem desaparecer sem tratamento. No entanto, caso a dor no peito seja muito forte ou o paciente tenha muita dificuldade para respirar, é recomendado ir ao pronto-socorro para fazer exames, como eletrocardiograma e exames de sangue, para avaliar o funcionamento do coração.